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Desafio

A Adriana desafiou-me a responder a este questionário que anda a correr os blogs:

Eu quero que a roupa apareça lavada e dobrada nas gavetas.
Eu tenho uma televisão que é muito “independente”! Sem que ninguém lhe mexa ora muda o som para surround, ora sai só da própria!
Eu acho que devíamos nascer com menos pêlos, não há necessidade…
Eu odeio “marcas ao lado” tipo ARDIDAS em vez de ADIDAS.
Eu sinto a dor dos outros como se fosse minha.
Eu escuto as entrelinhas.
Eu cheiro mais que os outros. Penso que tenho o olfacto mais apurado que a maioria das pessoas, o que nem sempre é bom!
Eu imploro que as domésticas, (mães que por algum motivo tiveram que se dedicar à família), sejam remuneradas e deixem de ser tratadas como cidadãs de segunda.
Eu procuro sempre as frutas que não têm nem uma pontinha de pisado.
Eu arrependo-me de não ter comido mais na festa de aniversário do dia anterior.
Eu amo a minha família.
Eu sinto dor sempre que calço uns sapatos novos.
Eu sinto falta do queijo castanho da Noruega. Eles não exportam e esse queijo é uma delicia! Grrr!
Eu importo-me com a estabilidade da minha família.
Eu sempre fui muito observadora.
Eu não fico
nem um segundo em casas-de-banho mal lavadas que me dão vómitos.

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Eu acredito que a beleza do Cristianismo está no facto de não ter sido mais um modo dos homens chegarem a Deus, mas por ter sido o meio de Deus chegar aos homens através da pessoa de Jesus Cristo.
Eu danço
muito mal.
Eu canto
a toda a hora.
Eu falho
cada vez que tento fazer um bolo. Calha sempre mal! Mas só me acontece com os bolos, a comida, segundo o feedback que recebo, costuma agradar quem a prova!
Eu luto
muito.
Eu escrevo
para respirar fundo.
Eu ganho
juízo quando me meto em conversas que não devo.
Eu perco
por partir do principio que as pessoas são boas até prova em contrário. Mas apesar de tudo, não me apetece mudar.
Eu confundo-me
com automóveis. Nunca os distingo. Há por ai umas graçolas a meu respeito por causa disso, mas não me importo!
Eu estou convencida
que nós é que ditamos o modo como os outros nos tratam. Algo que não se diz, mas que se sente. Uma questão de atitude.
Eu fico feliz
com muito pouco.
Eu tenho
esperança que um dia os preços do dentista venham a permitir que os portugueses sorriam com mais confiança.
Eu preciso
de uma chávena de café ao pequeno almoço. “O carro sem gasolina não anda!”
Eu deveria
ligar menos a certos detalhes, mas a minha natureza observadora não me permite contentar-me com o geral.
Eu sou
mais reservada do que parece. Estou à vontade mas não à vontadinha!
Eu não gosto
de leite com natas, borrego e bife com gordura.

Passo o desafio ao David

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