E Quando São Elas a Dar Tareia?
De Daniela Mann on Fev 12, 2006 in Amor

Não sei exactamente a quanto vão as estatísticas do “silêncio” no masculino, mas a violência doméstica, (quer física, quer psicológica), exercida sobre os homens, também é uma triste realidade. Os homens têm vergonha de chegar a uma esquadra e denunciarem a esposa por maus tratos físicos! Sentem-se encurralados porque, por um lado sabem que têm força para se defenderem, mas se usarem dessa força, a coisa ainda pode correr mal para o lado deles, por outro, se só receberem pancada e insultos, sem oferecer qualquer resistência, acabam por se ir tornando em autênticos seres vegetais!
Mulheres esquizofrénicas, com doença Bipolar, ou qualquer outro tipo de desequilíbrio psíquico, podem destruir a família, inclusivamente o desenvolvimento de uma auto-estima saudável dos próprios filhos. A pessoa que está doente, é extremamente egoísta e desde que ela esteja bem, acha que os outros também estão, mesmo que se sintam miseráveis! Há casos em que as mulheres já nem permitem que os maridos usem perfume, possuam telemóvel, (celular no Brasil), nem cartões de crédito, dinheiro, etc…
São tratados como filhos de 5 anos e não como esposo, ou companheiro. Eles, por amor, cansaço, ou porque nem sequer se aperceberam que a situação já estava neste ponto, lá foram deixando que a esposa os dominasse ao ponto de serem elas a viver as suas vidas! E ao contrário do que um amigo leitor comentou no artigo acerca da violência psicológica, os homens também precisam de ajuda para superar os traumas e as mágoas, seja de um psiquiatra, seja de um amigo, seja a ajuda do próprio Deus. Ninguém é de ferro e todos temos sentimentos.
Destruir um ser humano, é como tirar-lhe a vida e esta insegurança nem sequer é ciúme, é doença! Talvez muitos homens se reconheçam neste texto e se assim for, quero dizer-lhe que se apesar de tudo ainda ama a sua esposa, a maior prova de amor que lhe pode dar é convencê-la a tratar-se, (de forma sábia e discreta, porque estas pessoas não admitem estar doentes). Mas sobretudo por si e pelos seus filhos, (se os tiver), faça alguma coisa e não desista de viver!
Todos temos direito a sermos felizes e a uma segunda oportunidade nesta vida que é tão curta!
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