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Rótulos

salto.jpgUma criança cujos progenitores sejam casados, ou vivam em união de facto, pode dar-se ao luxo de dizer umas “graçolas” na aula, dar uns tantos erros nos ditados, implicar com este ou com aquele colega, porque “faz tudo parte do crescimento”.

Uma outra criança cujos progenitores estejam divorciados, se calha a errar uma virgula que seja, é logo porque está traumatizada!

Acredite-se ou não, mas a verdade é que no Séc. XXI, os filhos dos pais divorciados, ainda são vistos por muito boa gente, como cidadãos de 2.ª categoria.

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RSS Feed for This Post4 Comment(s)

  1. tina oiticica harris | Mai 3, 2008 | Reply

    Primeira! Tenho insônia. Você tem toda razão. O que vejo hoje é um fenômeno de auto-complacência, de fala de maturidade, muito aceito aqui nos EUA, principalmente por causa das benesses da minha geração pós-guerra, a mais educada no EUA.
    Nossa geração de hippies criou um bando de crianças que não podem ser alvo de críticas, devem sentir orgulho das bostas que aprontam.
    Casado, divorciado ou tico-tico no fubá, o casal já perdeu controle. No Brasil vale tudo, aqui também.

  2. Vinicius Factum | Mai 4, 2008 | Reply

    Oi, Dani!
    Hoje resolvi visitar os amigos virtuais…
    Seu site como sempre é imperdível.
    Um abraço,
    Vinicius Factum

  3. Ricardo Rayol | Mai 4, 2008 | Reply

    O que é bizarro. Hoje até na escola da minha filha ensinam que existem diversos tipos de família, e é uma escola de freiras.

  4. Andreia do Flautim | Mai 5, 2008 | Reply

    Mas são crianças como as outras!

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