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salto.jpgUma criança cujos progenitores sejam casados, ou vivam em união de facto, pode dar-se ao luxo de dizer umas “graçolas” na aula, dar uns tantos erros nos ditados, implicar com este ou com aquele colega, porque “faz tudo parte do crescimento”.

Uma outra criança cujos progenitores estejam divorciados, se calha a errar uma virgula que seja, é logo porque está traumatizada!

Acredite-se ou não, mas a verdade é que no Séc. XXI, os filhos dos pais divorciados, ainda são vistos por muito boa gente, como cidadãos de 2.ª categoria.

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